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Prefeitos da Amures nos debates do Congresso Catarinense de Municípios

  • 16-03-2016
  • Prefeitos da Serra Catarinense participam em Joinville, do XIV Congresso Catarinense de Municípios que iniciou na terça-feira (15) e segue até ao meio dia desta quinta-feira (17). A crise financeira que castiga os municípios de todo País tem sido foco das palestras e debates.

    A presidente da Federação Catarinense de Municípios – Fecam, Sisi Blind, prefeita de São Cristóvão do Sul, disse na abertura: "Somos líderes e líderes não se escondem especialmente num momento de crise. Temos pessoas aqui, munícipes, manifestando sua insatisfação. Estamos aqui para dialogar, para pensar municípios, construir o Estado e, com certeza, fundamentar a nação".

    Da Serra Catarinense acompanham o evento, o presidente da Amures prefeito de Rio Rufino Ademar de Bona Sartor, de Correia Pinto Vânio Forster, de Lages Elizeu Mattos, de Capão Alto Luiz Freitas, de Cerro Negro Sirlei Klei Varela, além das vice-prefeitas de Bom Retiro Márcia Hemckmaier e de Capão Alto Rita Silvânia Costa. A secretária executiva da Amures Iraci Vieira de Souza e a assessora jurídica do Consórcio de Saúde Rissiane Santos Goulart também acompanham o evento.

    O secretário de Estado da Casa Civil, Nelson Serpa, representou o governado Raimundo Colombo na abertura e justificou a ausência informando que Colombo está em Brasília tratando das dívidas do estado. Na palestra de abertura o economista e colunista Raul Velloso, PhD em economia pela Yale University e ex-secretário Nacional Adjunto de Assuntos Econômicos do Ministério do Planejamento, disse que o Brasil precisa recuperar sua capacidade de investimentos, mas para isso, precisamos reduzir a rigidez dos gastos públicos e fazer reformas, além de mudar a Constituição.

    Oneris Lopes 

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  • Profissionais da panificação conhecem técnicas de confeitaria fina

  • 16-03-2016
  • Mais de 40 profissionais da região participaram do curso oferecido gratuitamente pelo Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitarias de Lages (Sindpan) sobre técnicas de confeitaria fina nesta terça-feira (15). O encontro foi promovido com a parceria da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) e a empresa Oeste Pan com o intuito de apresentar os novos modos de preparo de doces finos, tortas, decorações e produtos de chocolateria.

    Com um público formado por clientes cada vez mais exigentes, as empresa precisam estar preparadas com profissionais qualificados e oferecendo produtos de qualidade. “Inovar é mais do que necessário para termos um setor competitivo e atender a expectativa do nosso consumidor”, destaca a presidente do Sindipan, Marlene Pitt Dullius.

    O confeiteiro Rodrigo Machado trabalha na área há 16 anos. Ele foi um dos participantes que acompanhou de perto as orientações e dicas e concorda que é preciso estar atualizado em relação às novidades do mercado. “Sempre busco captar tudo e ser criativo porque o meu trabalho pode ser o diferencial da empresa onde atuo”.

    Texto e fotos: Catarinas Comunicação

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  • A FLAUTA MÁGICA

  • 08-03-2016
  •    Era uma vez um caçador que andava muito entristecido porque não conseguia mais o êxito em suas caçadas. Resolveu então contratar um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse facilitar seu trabalho nesta área.
       Depois de alguns dias, o feiticeiro entregou-lhe uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar. Era algo inusitado, que agora mudaria toda a sua vida.
       Desse modo, o caçador teria facilitado o seu trabalho. Entusiasmado com o novo instrumento, o caçador organizou uma caravana com destino à África, convidando dois outros amigos caçadores.
       Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um tigre muito feroz. De imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta e, milagrosamente o tigre, que já estava próximo de um dos seus amigos, começou a dançar. Foi fuzilado à queima roupa.
       No final daquele dia, um sobressalto e a caravana foi atacada por um leopardo que saltou de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se de agressivo em manso, e começou imediatamente a dançar. Os caçadores não hesitaram e o mataram com vários tiros.
       E foi assim: flauta sendo tocada, animais ferozes dançando e caçadores matando.
       No final do outro dia o grupo encontrou pela frente um leão faminto. A flauta soou, mas o leão não dançou. Ao contrário, atacou um dos amigos do caçador flautista, devorando-o.
       Logo depois devorou o segundo. O tocador de flauta, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava, e enquanto tocava o caçador também foi devorado.
       Dois macacos, em cima de uma árvore próxima, a tudo assistiam. Um deles observou com sabedoria: “eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem um animal surdo”.
       Quando li esta ilustração tirei algumas conclusões simples: não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo, um dia podem falhar. Outra ideia é ter sempre em mãos outros planos, outras alternativas. Tenha a certeza que imprevistos ocorrem e esteja atento às mudanças e não espere as dificuldades para agir.

       Ouse mudar. Quando você ousa mudar, você inspira outras pessoas.
       Há rotas alternativas na vida. Mude, saia do caminho tradicional, pense de maneira diferente. Não confie sempre nos mesmos métodos. Saia da sua zona de conforto e, cuidado com o leão surdo.

     

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  • Os desafios de Sisi Blind

  • 01-03-2016
  • Caberá à prefeita de São Cristóvão do Sul, Sisi Blind estabelecer as estratégias de enfrentamento a crise que adotará a partir de agora, a Federação Catarinense de Municípios – Fecam. Eleita por aclamação presidente da maior entidade municipalista de Santa Catarina, Sisi está diante do desafio que será de manter aglutinados os prefeitos dos 295 municípios catarinenses que estão de pires na mão.

    Junto com o início do ano letivo em fevereiro, os municípios se deparam com a realidade do Piso Nacional do Magistério que teve incremento de 11,36% e elevou a remuneração dos professores para R$ 2.135,64. Segundo um estudo da própria Fecam, nos últimos oito anos a evolução do Piso do Magistério foi de 124,78%.

    Em comparação com o Índice Nacional de Preços do Consumidor – INPC no período, o Piso do Magistério teve um crescimento real de 68,96% acima da inflação. E esta será apenas uma das situações que a nova presidente da federação assumirá.

    Sisi tem ao seu lado a representação das 21 associações de municípios do Estado. É a primeira mulher a presidir a federação em 36 anos de existência da entidade e tem como 1ª vice-presidente, a prefeita de Camboriú Luzia Lourdes Coppi Mathias.

    Defensora de um Pacto Federativo com maior repasse de recursos para estados e municípios ela virou protagonista de um período, em que a palavra crise financeira deverá ser traduzida no fortalecimento das representações regionais, no planejamento em conjunto e na regionalização de demandas.

     

    De Sinotruk para Berneck

    Os discursos foram bonitos. Mas na prática, a montadora chinesa de caminhões Sinotruk não passou de um devaneio. Avançou até a assinatura do edital de licitação para a contratar a empresa que deveria realizar os serviços de terraplanagem do terreno para instalação da fábrica.

    De arrancada a Sinotruk deveria investir R$ 300 milhões podendo chegar a R$ 1 bilhão à médio prazo. E se tudo desse certo, a operação experimental deveria iniciar no primeiro trimestre deste ano. Mas frustrou e não tem mais nem placa de outdoor no terreno que deveria operar a unidade.

    O discurso agora deverá ser em torno da Berneck, referência nacional em painéis MDP, MDF, HDF e madeira serrada de pinus e teca. Com unidades em Araucária – PR, onde funciona o centro administrativo do grupo, a Berneck tem unidade também em Brasnorte – MT e Curitibanos, onde opera uma Central Térmica e uma Serraria que é considerada a mais moderna da América Latina.

    A princípio evoluía bem a conversa para implantar a nova unidade em Correia Pinto. Investimento estimado em mais de R$ 1 bilhão. Áreas foram sondadas e quando tudo estava quase certo, forças ocultas sopraram em favor de Lages.

    Como este é um ano eleitoral dificilmente a Berneck escapará dos discursos. E por certo, todo cuidado será pouco para que mais uma vez um grande investimento não passe de um devaneio.

     

    Vinhos de altitude

    De 4 a 27 de março todos os caminhos levam a 3ª Vindima de Altitude, em São Joaquim. A festa da colheita das uvas terá como novidade em relação às edições anteriores, eventos culturais durante todo o mês, sempre aos finais de semana.

    Na programação ao menos 30 apresentações com música desde o erudita e instrumental, jazz, choro, MPB e entre outras nativista. Além é claro, de dança contemporânea, folclórica e poesia.

    Palcos serão montados por toda parte. No centro e nas vinícolas, com almoços e jantares harmonizados, visitações guiadas, sunsets e piqueniques. Uma exposição de vinhos no Centro de Eventos de São Joaquim vai aguçar o paladar dos degustadores de vinhos.

    Haverá ainda, Seminário Enoturismo de Altitude e um Festival Gastronômico Sabores de Altitude, em que os restaurantes ofertam pratos regionais, harmonizados com vinho, com preços promocionais. Sem dúvidas, a 3ª Vindima será um grande atrativo turístico.

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  • O QUE FAZER EM TEMPO DE CRISE?

  • 02-02-2016
  • No dia 06 de Janeiro de 1941, o presidente americano Franklin Delano Roosevelt dirigiu-se ao Congresso Americano, no contexto da segunda guerra mundial, quando o mundo inteiro voltava seus olhos para as atrocidades daquela batalha que matou 60 milhões de pessoas.

    Num discurso que ficou gravado nos anais da história, disse que olhava para frente, e buscava um mundo fundado sobre quatro liberdades essenciais para a humanidade: 1) A liberdade de expressão; 2) A liberdade de adoração; 3) A liberdade da vontade; 4) A liberdade do medo.

    E ai  te pergunto: ao olhar para as previsões econômicas, financeiras, políticas e sociais do Brasil para 2016, o que fazer em tempo de crise?

    A crise que nos ameaça é avassaladora. Ouvi um famoso economista brasileiro dizer em Florianópolis que teremos este ano os piores 365 dias da história da República, e que as perspectivas não são nada boas.

    O que piora ainda mais é que o nosso país está sem governo, nossas instituições estão desacreditadas, e a grande maioria dos políticos afundados até o pescoço com a Lava Jato. A corrupção tomou conta. Aqueles que foram eleitos para legislar, governar e julgar estão, muitas vezes, mancomunados com esquemas nefastos, roubando o dinheiro que deveria alimentar os pobres e trazer progresso e educação a nação.

    O Brasil está à beira do abismo e perdeu o rumo. Precisamos urgente de líderes honestos e de caráter que não engordem suas contas bancárias solapando o erário público.

    Chega de impostos abusivos, chega de tributos escorchantes que o povo paga, e não tem retorno algum. O povo trabalha, mas vê suas receitas fugir das suas mãos. Precisamos de um reforma tributária o mais rápido possível.

    Não é justo ver os trabalhadores e as pequenas e médias empresas minguando enquanto as grandes instituições financeiras nadam em lucros estratosféricos.

    O que fazer nesse tempo de tanta crise?

    Parafraseando Franklin Roosevelt, digo que devemos continuar olhando para frente e buscar quatro liberdades essenciais para os brasileiros: 1) A liberdade da corrupção; 2) A liberdade da ditadura fiscal; 3) A liberdade da inflação; 4) A liberdade da mentira.

    Mesmo diante dessa crise, acredite que Quem dirige os destinos da humanidade não são os poderosos, mas o Todo-Poderoso.

    Aproveite e transforme a crise em triunfo. Na crise uns colocam os pés na estrada da vitória, outros descem a ladeira do fracasso. Desejo à todos a primeira opção.

     

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