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Serviços de desassoreamento e muros de contenção impedem transbordamento do rio Carahá

O mês de janeiro está sendo marcado pelas chuvas intensas e constantes em todo o Estado. Algumas cidades já foram bastante castigadas com alagamentos, deslizamentos e enxurradas. Em Lages também choveu bastante de acordo com informações da Defesa Civil do município. Desde o dia 1º de janeiro já choveu 221 mm. Somente no dia 22 de janeiro, foram 21 mm em menos de 1h, o que gerou um acumulado de 48 mm em 24h. As informações foram extraídas do pluviômetro do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemadem), localizado no rio Carahá.

Apesar disso os trabalhos de desassoreamento das margens do rio Carahá, iniciados no dia 31 de julho do ano passado, impediram que ocorressem alagamentos em diversos pontos da região central.  De acordo com o secretário de Obras e Planejamento, Clayton Bortoluzzi, os serviços executados fazem parte das medidas de combate à enchente e não comprometem as margens do rio.

Segundo uma avaliação de técnicos da Defesa Civil do Estado e do município, o Rio Carahá, no trecho entre o bairro Triângulo até a ponte do bairro Caça e Tiro, há anos já não apresenta mais características de mata ciliar, e agora é considerado um canal urbano. Segundo Bortoluzzi, “no tocante às arvores, elas mais prejudicam no sentido de diminuir ou impedir a vazão livre do rio, além do que, as árvores pouco têm influência na questão da contenção das margens do rio”. Ele explica ainda que alguns pontos que apresentam erosão já apresentavam problemas em anos anteriores, e que não são decorrentes do desassoreamento. Ainda segundo ele, as contenções já estavam previstas desde o início dos trabalhos e serão feitas ao longo dos próximos anos.

Neste primeiro serão construídos muros de contenções em seis pontos mais críticos:

- Na frente da Acil (já está concluído);

- Próximo ao Posto Copacabana (nos dois lados da avenida);

- Próximo a Floricultura Sempre Verde (dois lados da avenida);

- Próximo ao Terminal Urbano.

De acordo com o secretário executivo da Defesa Civil do município, Jean Felipe de Souza, desde o início das obras de desassoreamento não foi registrado nenhum transbordo na cidade.

“Pela quantidade de precipitação no período de 1h, no dia 21, acreditamos que o rio transbordaria principalmente nos pontos mais críticos, como em frente ao Fórum, próximo a Apae”, ressalta. Já em relação às árvores, além dos problemas descritos pelo secretário de Planejamento e Obras, Jean aponta que foi feito um levantamento pela Defesa Civil e algumas delas deverão ser suprimidas pois

 

Fotos Marcelo Pakinha

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