Empresa responsável trabalha nas obras da praça Sensorial, em Lages

Por Luiz Del Moura

As obras de construção da primeira praça pública sensorial de Santa Catarina avançam em Lages. A empresa responsável, vencedora de licitação, trabalha na base do terreno e na concretagem dos espaços. Esta nova estrutura está localizada, na rua Joaçaba, nº: 280, centro da cidade, na quadra entre os dois blocos de prédios da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e as ruas Mário Lucena e Moisés Furtado.

As obras possuem uma área total de 1.143,25 metros quadrados. Este projeto prevê a construção de passeios públicos (calçadas) em paver; canteiro com floreiras com revestimentos amadeirados, de tijolo cerâmico e de pedra portuguesa; cobertura em policarbonato; pergolado de madeira; parque com brinquedos adaptados para as necessidades de Pessoas com Deficiência (PCDs) – escorregador, gira-gira e balanço para cadeirante, multiexercitador com seis funções, rotação vertical duplo, cavalgada tripla, alongador com três alturas, pressão de pernas triplo, parede de escalada, parede sensorial (texturas), pista de caminhada, e placa orientativa -; caminho sensorial para passagem; Academia da Terceira Idade (ATI); horta com salsa, angico, lavanda, jasmine ou similares; chafariz com 20 bicos de fonte no centro da praça; dois totens Apae, e iluminação dotada de 12 postes.

Haverá paisagismo. Mobiliário auxiliar – dotado de corrimão em aço galvanizado, de 17 metros; cinco mesas; 17 bancos, e dez lixeiras (ambos os artigos, na área principal de acesso) – estará no conjunto de benfeitorias.

Em relação à cobertura, o pergolado será composto por pilares de metal. Um fixado diretamente na edificação existente e coberto por chapa de policarbonato de dez milímetros.

O propósito da praça pública sensorial é recepcionar indivíduos da sociedade em geral – crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos – com deficiência intelectual, deficiência múltipla, transtorno do espectro autista, deficiência física, deficiência visual e deficiência auditiva, portanto, com necessidades especiais e, sobretudo, os amparados por entidades, como os alunos da Apae, e os participantes da Associação Serrana dos Deficientes Físicos (Asdf), Associação dos Deficientes Visuais do Planalto Serrano (Adevips), Associação de Pais e Amigos dos Surdos (Apas), Associação de Pais e Amigos dos Autistas (APA) e Projeto Pró Autismo.

O orçamento foi viabilizado pelos poderes públicos municipal (prefeitura) e federal (União), os investimentos são de R$ 710 mil, os quais, divididos entre R$ 500 mil, provenientes do Orçamento Geral da União (OGU)/emenda parlamentar federal, de autoria do deputado Fábio Schiochet, e contrapartida de R$ 210 mil, do Município.

 

Texto: Ari Junior / Colaboração de Daniele Mendes de Melo

Fotos: Ary Barbosa de Jesus Filho

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